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COMEÇO
Barros de alencar
No começo era nada,
E do nada fez-se tudo,<
Bastou apenas a terra,
A água, o fogo e o ar,
Para criar-se tudo o que há,
E o que foi criado,
Recriar do pó da terra,
Do nada,
E a própria cria descria ou reinventa o nada.

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ESPERANÇA
Barros de Alencar
A esperança nasce como a fé,
Espera-se e alcança-se diz,
A voz do povo é a voz de Deus,
Rediz este Deus que não se vê,
Mais sente a presença em tudo.
No passarinho que canta,
Na árvore que encanta,
Na concretização da esperança,
Que só se explica pela força da fé.
A fé que não se explica,
Que é abstrata,
Mais de tão abstrata,
Torna-se verdade absoluta,
Incontestável.
FÊNIX

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Barros de Alencar
Fênix, conta a lenda,
Pássaro bonito e formoso,
Que depois da morte e acabado,
Acaba ressurgindo das cinzas.
É o bicho homem que adapta-se,
As absurdas transformações,
E situações.
Sua crença,
Fé e esperança,
Em ser cria do criador.
Criou talvez para justificar,
O injustificável do seu poder,
Pois contradiz o seu raciocínio,
Quando usa fé, esperança e crença.






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